Septicemia mata 200 mil americanos, mas passa praticamente despercebida

A septicemia causa mais de 200 mil mortes nos Estados Unidos a cada ano, e mesmo assim o país pouco sabe sobre ela: a maioria das pessoas entrevistadas online para um novo estudo afirmou nunca ter ouvido o termo.

A doença se desenvolve quando a reação do sistema imunológico a uma infecção fica fora de controle, gerando graves lesões a outros órgãos do corpo. Os sintomas iniciais podem incluir calafrios, confusão mental, temperatura corpórea anormal, batimentos acelerados, baixa pressão sanguínea e erupções na pele; um diagnóstico rápido é essencial para evitar mortes.

O novo estudo, realizado em final de agosto e início de setembro com mil americanos acima de 18 anos, descobriu que 3 em cada 5 pessoas nem mesmo conheciam o termo. Entre adultos mais velhos, que sofrem riscos maiores, o percentual foi ainda maior.

O estudo, patrocinado pelo Instituto Feinstein de Pesquisa Médica, parte do Sistema Judeu de Saúde de North Shore-Long Island, foi conduzido pela APCO Insight, uma empresa internacional de pesquisa, e divulgado na semana passada.

Aumentar a consciência é algo crítico para reduzir o número de mortes por septicemia, afirmou o Dr. Kevin J. Tracey, presidente do instituto. As pessoas deveriam ser capazes de identificar os primeiros sinais da doença, como já aprenderam a ficar atentas quanto aos sintomas de um ataque cardíaco.

“Se alguém está com uma infecção no braço ou na perna, e então passa a ter febre ou a se sentir mal”, explicou ele, “esse alguém deve dizer, ‘Pode ser septicemia’”.

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