Protesto na Paralela pede justiça pela morte do ex-prefeito de Aurelino Leal

Moradores da cidade de Aurelino Leal (distante a 370 km de Salvador), sul do Estado, protestam na Avenida Paralela em frente ao monumento em homenagem ao Deputado Luís Eduardo Magalhães, na manhã desta quarta-feira, 5. Eles pedem justiça pela morte do ex-prefeito do município, Gilberto de Andrade, morto em 2007. O grupo queima pneus e bloqueia a passagem dos veículos, no sentido Aeroporto, deixando o trânsito complicado na região. Hoje faz três anos que o ex-prefeito Gilberto de Andrade, na época com 48 anos, foi assassinado.

De acordo com a prima da vítima, Urânia Andrade, cerca de 400 pessoas participam do protesto. "Nós pedimos justiça. Há 3 anos meu primo foi assassinado e os mandantes do crime continuam soltos, impunes", diz.


Protesto pede justiça pelos três anos do assassinato do ex-prefeito de Aurelino Leal Gilberto Andrade

Segundo Urânia, três homens foram denunciados pelo Ministério Público pela morte do ex-prefeito mas, até os dias atuais, continuam soltos. "Queremos o julgamento deles imediatamente para que não haja impunidade", declara Urânia.

O grupo pede a prisão do pastor Giovanni Lopes Gagliano, que na época do crime era vice-prefeito na cidade e de Leo Beroba, que teria contratado os pistoleiros que foram mortos em confronto com a polícia, segundo informou Urânia. Além disso, eles pedem também o julgamento de José Augusto Neto, ex-prefeito de Aurelino Leal e que foi preso em Valença.

Após o protesto na Paralela, o grupo segue até o Tribunal de Justiça da Bahia, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), de acordo com Urânia. Por conta do protesto, o trânsito na Paralela está congestionado nos dois sentidos, informou a Transalvador. Uma viatura da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Transalvador estão no local da manifestação.

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