A ENTREVISTA DE DILMA E GILBERTO GIL

Bahianoticias

A entrevista que Dilma Rousseff deu em Uberaba (MG), na Expozebu, maior feira de gado do país, demonstra que não é mesmo do ramo e que não adianta tomar aulas de como se comunicar nas suas entrevistas. Porque, pelo menos nessa entrevista (ver abaixo) ela sidera e não diz lé com cré. Mistura tudo e no final ninguém compreende o que pretendeu dizer. Junta palavra com palavra sem o menor sentido, ou nexo. Lembra até o estilo Gilberto Gil nos seus grandes momentos, quando diz qualquer coisa como "A gente faz assim, mas a emoção transpira e nos coloca em outro campo, em outra dimensão onde o rítmo dita, mas toma caminhos inesperados. Assim é a vida porque no Brasil de hoje a musicalidade afrobaiana, né, comanda, e aí aparece o axé e é essa coisa toda que todo mundo sabe. Eu creio que é assim o processo de criatividade que vem de dentro mas também de fora. Penso sempre nessas questões transcendentes que demonstram a nossa mutação musical que faz do Brasil aquilo que ele é. Bem, é isso aí. E o amor, né, que a gente tem e que vem de dentro, da parte mais recôndita do processo inconsciente que acaba por nos levar ao Nirvana... É. Minha vida é assim, de forma que eu e Flora podemos construir aquilo que tentamos, mas às vezes não".

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