
O espólio eleitoral do ex-ministro Geddel Vieira Lima, candidato do PMDB derrotado na disputa pelo governo da Bahia, tem destino incerto. Neste domingo, 3, após o resultado das urnas, Geddel disse que perdeu as eleições porque o PT não cumpriu o acordo de apoiar o duplo palanque. “Eu não perdi para Wagner, perdi para o Lula”, declarou ele, que, evitando falar em traição, não quis antecipar se dará apoio à Dilma Rousseff no segundo turno.
Geddel só tomará uma decisão depois de ouvir o PMDB. “Estou indo para Brasília, conversar com o meu partido, para, a partir dessa conversa, nos posicionarmos partidariamente”. A conversa, adiantou Geddel, será em relação ao processo político-eleitoral, leia-se: 2º turno. Enquanto aguardam um posicionamento do PMDB baiano, petistas e tucanos já se movimentam para atrair os votos dos correligionários e apoiadores de Geddel.O presidente estadual do PSDB, Antônio Imbassahy, não descarta uma possível aliança com o PMDB na Bahia em prol da eleição de Serra. "O segundo turno é sempre uma nova eleição. E numa nova eleição, automaticamente existe um realinhamento. A nossa disposição é conversar com todos aqueles que desejam o melhor para o País, inclusive as lideranças do PMDB".
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